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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

"O ler é o despertar para a vida. É uma das etapas mais esperadas pelas crianças"

Passeando pelos blogs, fiz várias leituras encantadoras e que remeteu ao meu passado, com as leituras de infância, estimulada pelo professor que levava a cada dia, uma leitura nova e pela minha irmã.
Então voltei ao passado e pude lembrar-me de quando ganhei o livro "O Pequeno Príncipe" de minha irmã e de quantas vezes ela teve que ler a história para mim (muitas!!!). Adorava ouvir a história e não me cansava... Foi meu primeiro contato com a leitura, ou o que foi mais marcante, pois não me lembro de nada anterior a isso. Quando comecei a ler sozinha adorava os gibis da Turma da Mônica. Era uma devoradora de gibis. Gosto muito de ler e incentivar minha filha.


Abraços,
Viviane F. Souto

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Espelho da alma...
Buscamos as mais diversas formas de expressão, para demonstrarmos nossos sentimentos, mas quase todas são vagas ou não o fazem da maneira desejada. Usamos as palavras na sua forma oral ou escrita, mas elas não definem exatamente aquilo que sentimos, ora são vastas, ora resumem demasiadamente o que queremos.
Na tentativa de evitar as falhas usamos nossos gestos, algumas vezes simples e puros, como afagos, beijos e abraços, mas ainda assim eles podem falsificar aquilo que desejávamos demonstrar. No entanto, quando olhamos, olhos nos olhos, tudo se esvai, não precisamos de palavras, de gestos e atitudes, pois ele é transparente...
Nosso olhar reflete nossos sentimentos mais íntimos, alegrias e tristezas, amor e compaixão, portanto é a maneira mais sublime de expressão, da fala em silêncio, pois para as pessoas que estão ligadas pelos laços do Amor, seja pelo parentesco, pela amizade ou de enamorados, muito se pode aprender e entender pela simples companhia...
Que teus caminhos sejam os mais luminosos, que teu olhar seja o de maior brilho e intensidade, porque assim demonstrarão que manténs a chama da busca viva em teu eu, pois os sonhos são os alimentos da alma, mesmo que esta utilize se expressar através de lágrimas até quando em plena felicidade...    FERNANDO BRITO

Relembrar... 
            Caminhamos por diversos lugares e nas mais diversas direções, sempre deixando rastros que podem indicar como foram os momentos vividos.
Nos instantes mais alegres, nossos passos eram leves, longos e quase imperceptíveis, no entanto em instantes de turbulentos as marcas eram profundas, perto umas das outras, pois nossos passos durante aqueles instantes eram pesarosos pela dúvida, medo, incertezas e desânimo.
Entre um momento e outro de instabilidade, nós paramos para refletir, então olhamos o passado e vemos que certos pontos quase desapareceram totalmente, podendo ter sido a ação do tempo sobre o corpo ou lembranças indesejadas que inconscientemente desejamos esconder e esquecer... Não nos é possível apagar o passado, mas em algum lugar de nossa memória estão lembranças que vez ou outra reencontramos, são lições que aprendemos e as quais mantemos, pois nos fazem evoluir, passo a passo, na busca de nossos sonhos...
Que a alegria esteja em toda jornada, assim na beleza do sorriso e no brilho do olhar, assim estarão estampados os contínuos agradecimentos pelo dom da vida.               
FERNANDO BRITO

experiências com a leitura

Minha história... nas entrelinhas das palavras 

Sou o quarto filho de uma família interiorana, mas além dos irmãos havia entre os grandes personagens de minha vida, um pai que mesmo tardiamente voltou aos estudos e, em seu exemplo, acabou por estimular cada um de nós.

Criado conjuntamente com meus avôs paternos, em que apesar do semi-analfabetismo, tratavam a educação como uma porta para o futuro, assim também éramos estimulados a seguir adiante. De minha avó, os estímulos eram sempre orais, com “histórias”, contos e crenças, que foram me auxiliando na leitura de mundo, enquanto, meu avô trazia em seu pouco estudo a história de ter parado como efeito da primeira guerra mundial, portanto da escola além da capacidade de realizar contas básicas, carregou a habilidade de artesanato com madeira, o que abriu muitas portas além dos horizontes da minha cidade de criação (Salesópolis). Como herança, trouxe comigo a esperança de que a educação me trouxesse dias melhores daqueles em que até a lavoura disputaram as calosidades de minhas mãos. Talvez, os dias melhores chegaram com a licenciatura em ciências com a habilitação em biologia. 

No entanto, das quadras e braças, usadas como medidas para prestação de serviços na colheita de feijão ou no roçado ficaram apenas as habilidades de raciocínio, quer me fizeram ganhar a vaga que antes era temporária. Neste trajeto, minha formação se fez com mestres que com a alcunha de professores se esforçaram para minha formação, alguns com metodologias tradicionais, outros muito além de seu tempo... hoje, amigos de profissão, dos quais busco o principal exemplo, a dedicação ao acreditar sempre.

 Entre os mesmos, professores de língua portuguesa que me apresentaram o prazer de frequentar uma biblioteca e, ao fazê-lo a experiência de viajar entre as histórias que iam além do ato de abrir o livro e chegar ao seu final, pois como vaguei por lugares nunca pisados fisicamente, como imaginei paisagens que conheci ou não apenas na fase adulta ou com o auxilio da tecnologia, naquela época televisão e rádio, hoje os horizontes da internet. 

Que a leitura que aprendi a fazer do mundo seja transformada constantemente, assim como o sentido de uma palavra, frase ou livro que li durante minha existência, por que desta feita, terei a certeza de ter entendido muito das entrelinhas das palavras, bem como tenho aprendido nos sinais de minha jornada. Fernando Brito.

Experiência de leitura


Meu primeiro contato com a leitura foi mágico. Na escola onde estudei tinha bons professores e uma biblioteca encantadora. Nunca me esqueço da festa do meu primeiro livro de história  que recebi no final da primeira série . O livro era recheado de lindas histórias de contos de fadas, lendas, etc., li nem sei quantas vezes algumas histórias emocionantes. Bom essa foi minha experiência como leitora. Lúcia Helena Pereira

Integrantes do Blog

Airton dos Santos Bartolotto                                                                      
Ana Paula Ruga Carrijo                                      
Bianca Correa             
Camila Gilbert            
Fernando Luiz de Souza Brito                                     
Lucia Helena Pereira                         
Luciana Cândida Pires de Abreu                                           
Viviane Ferreira Souto                                       
Rosimeire da Cunha 

Depoimentos dos Professores de Ciências da Natureza do Curso MGME-Ciências sobre a Leitura e a Escrita

Autora Luciana Abreu
Deixe me ver... As primeiras lembranças relativas à leitura... Muito fácil! Venho de uma família recheada de professores!  Depois das fraldas, era hora de ouvir as estórias e folhear, nos livrinhos de pano ou de plástico (pra hora do banho!), as figuras mágicas que tanto encantavam.  Pronto, o bicho da leitura já havia mordido. Agora só restava saber como fazer para que, ao abrir os livros, aquelas figuras estranhas (letras) revelassem todas aquelas estórias maravilhosas.
Confesso que sentia muita inveja do meu irmão mais velho... Ele já sabia ler SOZINHO aquele livro sobre o “Caso da Borboleta Atíria”, e eu tinha que pedir para a minha mãe ler... Na verdade, eu é que queria poder viajar com a Atíria em sua aventura pela floresta... Autonomia... Ler quando e onde quisesse... Independência!
Lendo e ouvindo os relatos/depoimentos das ilustres personalidades, as que mais me chamaram a atenção foram os depoimentos da Nina Horta e do Nilson José Machado, mais importante do que ler e viajar nos contos, romances, ficção, entre outros, é aproveitar o que se aprendeu, conheceu através dos livros e vivenciar no cotidiano todo esse esplendor que é a leitura. Para me expressar melhor, cito José Saramago,  que escreveu, perfeitamente, o significado da importância da leitura na minha vida: “... há quem leve a vida inteira a ler sem nunca ter conseguido ir mais além da leitura, ficam pegados à página, não percebem que as palavras são apenas pedras postas a atravessar a corrente de um rio, se estão ali é para que possamos chegar à outra margem, a outra margem é que importa. A não ser que esses tais rios não tenham duas margens, mas muitas, que cada pessoa que lê seja, ela, a sua própria margem, e que seja sua, a margem a que terá de chegar.”